A sexta edição do projeto Café com Prefeito: Educação Infantil em Foco ocorreu na manhã desta quarta-feira (4), na Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Bem-Me-Quer, situada no bairro São Luís. Esta iniciativa, promovida pela Diretoria da Educação Infantil da Secretaria Municipal de Educação (SME), visa criar oportunidades de diálogo e troca de experiências entre o prefeito, as equipes de gestão e os profissionais da rede municipal, estreitando a relação da administração pública com a realidade das comunidades escolares.
Iniciado em agosto, o projeto se estenderá até dezembro, abrangendo todas as EMEIs de Canoas. Nos encontros, são discutidas experiências, identificadas necessidades e propostas de melhorias para aprimorar o atendimento e as condições de trabalho nas instituições de ensino. O prefeito Airton Souza enfatiza a relevância de observar de perto o funcionamento das escolas e as demandas de cada comunidade.
“Estamos visitando as escolas municipais para ouvir os profissionais, entender as necessidades e as demandas de cada unidade. Esses encontros são cruciais para que possamos detectar oportunidades de melhoria, buscar soluções e aperfeiçoar continuamente a estrutura oferecida à comunidade escolar, elevando a qualidade da educação em nosso município”, destaca.
A diretora da EMEI Bem-Me-Quer, Aline Fernanda Kieling, ressalta que a presença do poder público nas escolas é essencial para compreender a realidade de cada comunidade e reconhecer os avanços da rede municipal. “É fundamental que o poder público esteja presente nas comunidades escolares, conhecendo a nossa realidade, acompanhando o funcionamento das unidades e interagindo com os profissionais e as crianças. Essa aproximação é vital para entender nossas necessidades e valorizar as conquistas”, afirma.
“Temos muito a celebrar, especialmente com a chegada dos Técnicos em Educação Básica (TEBs), que estão reforçando as equipes, além dos monitores que assistem no atendimento a crianças com deficiência e necessidades específicas. Na nossa escola, cerca de 20% das matrículas são de crianças que necessitam de inclusão. A chegada desses profissionais é um suporte significativo para o trabalho diário, garantindo mais atenção e acompanhamento adequado a cada criança. Além disso, eles participam de formações que aprimoram ainda mais esse atendimento”, conclui.









