Porto Alegre confirmou o primeiro caso de mpox em 2026. Conforme a Vigilância Epidemiológica, a infecção ocorreu fora do Rio Grande do Sul e envolve um morador da Capital.
Em 2025, o município registrou 11 casos confirmados da doença. A confirmação neste início de ano ocorre às vésperas do Carnaval, período de maior circulação de pessoas e contato físico em eventos públicos.
A Vigilância orienta que a prevenção começa antes da folia. A recomendação é que cada pessoa examine a própria pele e observe a presença de erupções, bolhas ou feridas, especialmente nas regiões genital, boca, mãos e pés. Caso identifique alterações, deve procurar atendimento em unidade de saúde, utilizar máscara e manter as lesões cobertas.
Durante os eventos, a orientação é evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões suspeitas. A transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, secreções respiratórias e saliva.
Medidas de prevenção
Entre as medidas indicadas estão a higienização frequente das mãos com álcool em gel 70%, sobretudo após tocar superfícies em locais públicos ou utilizar transporte coletivo, e evitar o compartilhamento de objetos como copos, talheres, garrafas, cigarros, roupas e toalhas.
O uso de máscara pode oferecer proteção adicional em aglomerações densas, especialmente se houver circulação ativa do vírus.
Sintomas e orientação
Os primeiros sintomas incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, fraqueza e gânglios inchados, seguidos de lesões na pele. Em caso de suspeita, a orientação é procurar atendimento de saúde para avaliação e eventual isolamento domiciliar.
Pessoas com sintomas não devem frequentar blocos ou manter contato íntimo. O período de incubação varia de três a 21 dias, com média entre 10 e 16 dias. A recomendação é manter atenção aos sinais após o feriado.
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