A Prefeitura de Canoas, através da Secretaria Municipal da Saúde, organizou uma reunião na tarde desta quarta-feira (23) no Hospital Universitário, reunindo representantes de toda a rede municipal de saúde. O encontro contou com a participação de profissionais e gestores das Unidades Básicas de Saúde (UBSs), das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), do SAMU, da Fundação e de hospitais, com o intuito de avaliar os serviços prestados, alinhar fluxos e melhorar os protocolos de atendimento à população.
Entre os tópicos debatidos, esteve a regulação de leitos hospitalares, que agora é realizada pelo Estado. Também foram analisados os fluxos para pacientes classificados com prioridade azul e verde nas UBSs e UPAs.
Além disso, a pauta incluiu a definição e o alinhamento dos protocolos para a porta de emergência em saúde mental, visando organizar os encaminhamentos e aprimorar o atendimento aos pacientes que necessitam desse tipo de cuidado.
Outro assunto abordado foi o protocolo para o atendimento de pacientes vasculares na cidade, com ênfase na organização do fluxo e na integração entre os diversos pontos da rede de saúde.
A reunião mensal funciona como uma ferramenta de gestão que aproxima os diferentes serviços da rede municipal, permitindo identificar demandas, acompanhar os fluxos assistenciais e construir encaminhamentos conjuntos para melhorar o atendimento à população de Canoas.
Segundo a secretária municipal da Saúde, Ana Regina Boll, o encontro é essencial para organizar os fluxos e alinhar os protocolos. “Essa integração é fundamental para organizarmos os fluxos da rede, alinharmos os protocolos e aprimorarmos os encaminhamentos. Estamos trabalhando para que os serviços atuem de forma cada vez mais integrada e garantirmos um atendimento de qualidade à população de Canoas”, afirmou.
A secretária adjunta de Gestão Hospitalar de Canoas, Daniela Oliveira, ressaltou que a discussão conjunta sobre os fluxos hospitalares ajuda a melhorar os serviços oferecidos. “Debater os fluxos hospitalares com os demais serviços permite identificar pontos que podem ser aperfeiçoados e tornar os encaminhamentos mais assertivos. Essa troca é vital para garantir a continuidade do cuidado aos pacientes dentro da rede”, concluiu.








